I am Fragile

Bernarda Maia March 16th, 2011

Am I a strong woman? Yes, I am but I don’t want to be that strong anymore.

Can I get a fragile stamp?

HTML & CSS

Bernarda Maia October 24th, 2010

Eu caí na tentação de aprender HTML e CSS. Eu não queria pois sabia que iria gastar um tempo enorme que não tenho aprendendo algo que é legal e que pode ser que pouco use.
Resultado, estou adorando e “perdendo”o meu tempo com isto. Perdendo não, aprendendo, eu sei. Mas já vi que vou passar tempo e mais tempo escrevendo tags e mais tags :D

Karina, Andre and Gabriel

Bernarda Maia October 14th, 2010

Karina, Andre and Gabriel :) , originally uploaded by Bemaia.

I recently photo shot this beautiful couple who are also my friends.
Karina and Andre were 7 months pregnant from a boy named Gabriel when I photograph them at their apartment and also at the Centennial Park in Sydney.
It was a sunny day of autumn and the light was perfect late in the afternoon for a outside session.
All I wish is all the best for this beautiful couple and their little boy who will be born anytime now!

I don’t consider myself a photographer but I can “play” as one sometimes. I have a lot of fun doing it and that’s the main reason I do it. ;)

Sunset in Manyana.

Bernarda Maia October 5th, 2010

Sunset in Manyana., originally uploaded by Bemaia.

In the South Coast this small town is another paradise in NSW. If you like surfing or just enjoy going to the beach Manyana is perfect.
I spent 3 days there with friends last weekend. It was public holidays on Monday – labour day- and a great occasion for a short trip to run away from the big city.

Hospital Público

Bernarda Maia October 5th, 2010

Como alguns sabem, quebrei meu pulso. Na verdade quebrei o rádio, o osso do nosso antebraço na altura do pulso.

Quebrei de uma forma nada heróica ou emocionante. Simplesmente tropecei num brinquedo que estava no chão e caí. Como estava frio, mantinha minhas mãos dentro do bolso do casaco, e deveria ter continuado, mas por instinto, eu as consegui tirar quando já estava quase no chão e me apoiei numa delas. Resultado, quebrei.

Uma dor enorme, não maior que a dor de dente que tive no meu siso no ano passado. Os paramédicos vieram, pretaram os primeiros socorros. Me enfiaram um tubo na veia que me acompanhou o dia todo e por ele me injetaram morfina…ahhhhhh morfinaaa…depois dela, I was with the fairies,  como se diz quando a pessoa está sobre efeito de alguma droga alucinógena.

Fui para o hospital, o Royal North Shore, aqui do lado da minha casa. Os paramédicos foram uns amores, na ida para o hospital me injetaram mais uma dose de morfina e ficaram comigo o tempo todo dentro da emergência até eu ser atendida pela médica. Fizeram raio-x após 1 hora e meia esperando na emergencia ainda na maca da ambulância. Voltei para a emergência, esperei mais 1 hora e meia para o Raio-x ficar pronto e ser atendida pela médica que confirmou a fratura. De lá fui mandada para a sala onde fizeram o primeiro gesso. Detalhe interessante, o raio-x não é revelado numa chapa, ele é computadorizado e fica no sistema do hospital, por isto não pude manter comigo.

A sala onde fazem o gesso parecia o lixo do hospital. Mesas e cadeiras velhas, macas também. As enfermeiras muito atenciosas, porém, trabalhando sem muita infra-estrutura. Parecido com o Brasil? Um pouco sim, não falta material médico mas faltam funcionários como pude comprovar pelas longas filas que enfrentei durante os 5 meses que fiquei indo ao hospital para revisões.

Após uma espera de mais uma hora e o gesso colocado, volto pra sala de espera, agora uma diferente, não mais na emergência, para falar com a médica. Ela chega após meia hora dizendo que eu precisava ver o médico especialista em mão. Claro que o médico não estava lá, a vida não pode ser tão fácil assim, nem na Australia. Ela então me mandou para uma recepção para marcar uma hora com o tal médico. Marquei com uma senhorinha muito metódica e irritante que me perguntava as mesmas coisas várias vezes. Marquei no dia seguinte.

Volto para a sala de espera, a médica após mais meia hora aparece e me diz: o que vc ainda está fazendo aqui? e eu respondo: Acho que não posso voltar pra casa com este tubo no braço, né?

Continua…

Fotografia de casamentos com emoção, arte e técnica

Bernarda Maia May 9th, 2010

Post divulgação do site e do blog do grande fotógrafo e irmão André Pinnola. Ele não é  só meu irmão, mas um grande fotógrafo que é o meu role model. Eu não me considero fotógrafa, mas a fotografia está no meu sangue e o André é uma fonte de inspiração.

Aqui estão o site e o blog dele. Visitem e aproveitem as fotos deste grande artista!

Read about a guy online… going to meet him on Tuesday!

Bernarda Maia March 1st, 2010

No, I’m not saying that I have a date -I’m happily married! We are going to meet Tuesday 5:00am. This time is a bit suspicious, I now… But that’s for me here in Australia, he will be somewhere in US in a different Timezone.

I’m talking about Gerd Leonhard and his guest Alan Moore Online Seminar.  I must confess that I think I’m more excited about joining an online seminar than about the seminar itself. Not that it’s not interesting, in fact this seminar is really worth seeing for those who work with media or have their own business.

The Seminar entitled “Thriving commercially in Social Media and the Networked Society”, is going to be a 90-minute event where Gerd Leonhard is going to present during 1 hour with Alan Moore and leave the final 30 minutes for discussion and questions. It’s their  first experience giving an online seminar, capped at 100 people, and I’m delighted to be part of it and wishing that it works well, which I think it will, so we can have this kind of event more often.

Heading to future!

Melbourne Cup Carnival

Bernarda Maia November 3rd, 2009

Na foto o casal Debora e Paul que moram em Melbourne e curtem o evento.

O país parou. Hoje é o Melbourne Cup Carnival, a maior competição de cavalos da Austrália. Contudo, Melbourne Cup é também a maior competição fashion não só dos famosos, mas também dos pobres mortais.

As competições ocorrem durante 4 dias consecutivos. Porém, o Melbourne Cup acontece na primeira terça-feira do mês de Novembro. As corridas começam às 10 da manhã. Em média a cada hora tem uma corrida de cavalos, porém, às 3pm é que o Melbourne Cup acontece, onde os melhores cavalos e cavaleiros correm pelos maiores criadores de cavalos do mundo.

O tradicional criador, e constante ganhador Bart Cummings já gahou 12 competições, então se você é novo em corridas de cavalos e quer apostar em um, é só procurar os cavalos dele, como o Viewed que ganhou o campeonato do ano passado e está novamente competindo este ano. Outra dica é não apostar em fêmeas (dolls), ao longo dos anos elas só ganharam 16 vezes, contra 148 dos machos (guys).
Para apostar é bastante fácil, basta ir num TAB (Totalizator Agency Board) que é uma casa de apostas e é encontrado em qualquer esquina, bem como uma casa lotérica no Brasil.

A estimativa deste ano é que sejam gastos 120 milhões de dólares em apostas.
Mas não se gasta dinheiro apenas com apostas e entradas para o evento. O aspecto fashion da competição é importantíssimo. As mulheres gastam em media 200 dólares australianos só no vestido. Se você não é famosa e não ganha o seu vestido dos designers famosos de Melbourne, como a designer Ilona Aldred (http://www.ilonaaldred.com/), Zimmermann (http://www.zimmermannwear.com/) as marcas Cue and French Connection, claro.

Além disso, investe-se em sapato, meia-calça e os chapéus, ítens indispensáveis à caracterização dos frequentadores do jockey club. Estes não saem por menos de 100 dólares, os de marca são um absurdo, chegam a custar uma pequena fortuna. (ponto, começa outra frase) Outro dia vi um por AUD$600. Para aliviar o bolso dos mortais, tem-se a opção de usar apliques no cabelo. Tem uns bem bonitinhos, mas se for de qualidade e não da loja de 1,99, também podem ser bem salgados.

Os homens também gastam fortunas em roupas. O homem Australiano é bastante vaidoso, o mercado de roupas masculinas é bem forte. Os homens usam terno ou smoking para o evento. Sapatos lustrados e brilhantes. Abotoaduras é fundamental.
Contudo, no final das contas, o que predomina é a festa. Se você não está em Melbourne, ou no Flemington Racecourse onde a corrida acontece, você terá a opção de se juntar com os amigos ou colegas de trabalho para assistir a competição de um restaurante ou bar.

Todos os bares se preparam com bastante antecedência para o evento e se você não é precavido, perde o lugar para assistir à corrida. Geralmente é oferecido um menu de 3 pratos com vinho, que nos bons restaurantes pode-se chegar a pagar até 300 doláres.

Se você quer ir assistir ao vivo, é só comprar o ingresso no site da Ticketmaster (www.ticketmaster.com.au). O ingresso mais barato custa AUS$145
Dizem aqui que o Melbourne Cup é o prenúncio do Natal. Depois desta data começam as comemorações de final de ano das empresas e aí, adeus ano velho.

Esquisitices do lado de cá

Bernarda Maia August 27th, 2009

Inspirada pelo blog de um querido amigo, o Pacha, escrevo este post aqui.

Fiquei pensando nas esquisitices daqui, que mesmo após quase dois anos, ainda acho estranho.

Enfim, nem são tão esquisitas, mas pensando num post que o Pacha escreveu sobre abacate… Australiano come abacate no sanduíche. Tem a opção de colocar ele fatiado com salada ou passar o creme no pão. Eu odeio abacate, não como por nada neste mundo, guacamole é palavra pra sacanear mexicano.

Outra esquisitice é que eles amam salada grega, que consiste em folhas, cebola, azeitona preta, tomate, pepino e Fetta cheese, que é um queijo grego super salgado e que quando cheguei aqui achava uma delícia, mas como eles não são criativos e tacam este queijo em tudo quanto é salada, eu já enjoei. O que eu acho estranho é o pepino, aqui tem vários tipos de pepino e eles não tiram a casca pra comer, ou seja, o pepino que antes eu já não fazia digestão direito, fica na barriga por dias.

As esquisitices não param por aí, outra é colocar leite gelado no café quente. Fica horrivel pois gela o café. Uma vez perguntei para uma colega australiana o motivo pelo qual eles colocavam e ela respondeu, pois se colocarmos quente fica muito quente. Será que eles nunca ouviram falar em leite morno? Enfim…

E mais uma ótima, para terminar este post, é sobre higiene bucal. Certa vez estava escovando os dentes após o almoço e uma professora do meu trabalho entrou no banheiro. Ela perguntou porque eu estava escovando os dentes e eu respondi que sempre escovo após as refeições. Ela ficou surpresa e perguntou: após todas elas? eu respondi que após as principais, café-da-manha, almoço e jantar. Ela ainda mais surpresa disse que só escovava antes de dormir (!!!), argumentando que escovar os dentes demais (?) estraga o esmalte dos dentes. Oh, Lord! Alguém aí sentiu um cheirinho ruim?

There was an old lady…

Bernarda Maia June 6th, 2009

Monday, April 6th, 11am. I was working and could not reach my telephone when it rang in my bag. I heard a message arrive. At 11:35am there was another call that I could not answer however this time no message was left.

11:45. I went to the toilet and on my way I tried to play the message. I could not finish listening to it because of a colleague who called me, but I heard that it was from the police.

I spent some minutes trying to figure it out what the police wanted from me, but since I knew I don’t have any police record or other business with them, these thoughts faded away.

1:30 pm. I went on my break for lunch. I called 121 to listen to the message again and it said:

- Hi, this is Christian xxx (could not understand his surname) and I’m from Mosman Police. Please call me on xxxx-xxxxxx (will not publish his number here).

I called him immediately.

- Hi, Christian speaking.

- Hi, Christian (could not decide if I should call him Sir or just his name, so I called him by his name, since that’s how he introduced himself). My name is Bernanda and I received a message from you an hour and a half ago. What is it about?

- Oh hi, Mrs. Bernarda. Have you lost your wallet?

- Hum no, wait a second, let me check on my bag. Oh YES, It’s not here! (I could not believe that I hadn’t noticed that my wallet was not in my bag and that the police officer was calling me to give it back)

- You can came and pick it up at the Mosman Police Station.

- Oh good, can you give me your address?

- Yes, sure. It’s 96 Bradleys Head Rd, close to the Hotel right after the roundabout. Do you know where it is?

- I have no idea, but I’ll look in Google maps and I’ll come and pick it up later this afternoon. Is that ok?

- Yes, sure.

- Thank you so much!

- No worries, madam.

I hung up my mobile phone with a smile on my face and started to think where the hell I lost my wallet and who was the reliable person who not only gave it back but also drove or walked all the way to a police station that is not close to the street where I would have lost it.

After a 35 minutes walk I arrived at the police station. Christian, the police officer, saw me at the reception and recognized me straight away. He went into his office to get my wallet. He came back with my wallet in one hand and with all of the papers, coins and cards separated in the other. He asked me to check if there was anything missing. Everything was there. There was no money inside the wallet because on that morning, after I bought a latte on my way to work, I put the money inside my jumper pocket.

Before I left the station, I asked the officer who returned my wallet and he said that she was an old lady who had not identified herself.

I must say that at the moment that he told me that an old lady had returned it, I immediately thought: if it was an young person who found it, maybe I would never have seen my wallet again, just like the mobile phone that I left in a taxi few months ago and was never returned even after calling the company. Prejudice? Maybe. I just wished to come across someone like this woman more often.

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