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	<title>lado.be &#187; Victoria</title>
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	<description>On the other side</description>
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		<title>Bushfire</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Mar 2009 08:35:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernarda Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Victoria]]></category>
		<category><![CDATA[australia]]></category>
		<category><![CDATA[Bushfires]]></category>
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		<description><![CDATA[Picture: Russell Vickery/Herald Sun Bushfires are a natural disaster that is very common in Australia, New Zealand and New Caledonia. They are particularly familiar to the population of Victoria, the state in the south-east of the Australian mainland. This year Australia experienced a record-breaking heat wave—temperatures well above 38°C. This resulted in a serious disaster [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lado.be/wp-content/uploads/2009/03/bushfiresphotoskoalagetsadrink.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-54" title="bushfiresphotoskoalagetsadrink" src="http://lado.be/wp-content/uploads/2009/03/bushfiresphotoskoalagetsadrink-300x236.jpg" alt="Picture: Russell Vickery/Herald Sun" width="300" height="236" /></a><img src="http://l.yimg.com/g/images/spaceball.gif" alt="" width="1" height="1" /></p>
<p><em>Picture: Russell Vickery/Herald Sun</em></p>
<p>Bushfires are a natural disaster that is very common in Australia, New Zealand and New Caledonia. They are particularly familiar to the population of Victoria, the state in the south-east of the Australian mainland. This year Australia experienced a record-breaking heat wave—temperatures well above 38°C. This resulted in a serious disaster for towns in south-eastern Australia. With winds up to 130 km/h it has been really hard to fight the fires.</p>
<p>As a result, more then two hundred people died and more than one thousand lost their homes. As I write this article there are several fires still burning out of control.</p>
<p>In the middle of this sad disaster I was amazed to see how people unite in their efforts to fight the fire and help the people who have lost everything. Three days after Black Saturday (as the worst day of fires, with temperatures of 45°C, has come to be known), the Australian Red Cross had raised eighty million Australian dollars for the benefit of Victorians. It is important to point out that the Australian population is only about twenty million. This is a remarkable achievement.</p>
<p>The Australian Red Cross also received so many blood donations that I had to book my appointmen<a title="photo sharing" href="http://www.flickr.com/photos/pcalcado/3340280887/"><img class="alignright" style="border: 2px solid #000000; float: right;" src="http://farm4.static.flickr.com/3617/3340280887_183522cdc0.jpg" alt="" width="261" height="343" /></a>t to donate blood 3 weeks in advance. Normally it takes me two days to fix a day and time.</p>
<p>Everywhere you can find baskets and buckets asking for money to help people who suffered with the bushfires. You can see it in pubs, supermarkets, schools, bookstores, cafes, and so on. The help is coming from the whole country. On TV the number of a bank account opened to raise funds for the bushfire victims is shown, together with an 1800 number for credit card donations.</p>
<p>My family and friends in Brazil were also worried. Some of my friends called me and lots emailed me asking if I was ok. Most of them did not know that I had moved to Sydney, which was not affected. I am glad to have received this support from people in my country and I want to say that I’m fine.<br />
It’s really sad to hear what has been happening to these towns in Victoria. When you talk to someone from down there, it’s impressive to see how many people have met someone directly or indirectly who was affected by the bushfire.</p>
<p>I would like to praise the firemen&#8217;s work as well as that of the volunteers. They are amazing, fighting the fire and risking their lives. It is really good to see the community working together in these difficult times.</p>
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		<title>New Years Eve</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jan 2008 10:18:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernarda Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inglês]]></category>
		<category><![CDATA[Melbourne]]></category>
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		<description><![CDATA[A quilômetros do Rio a experiência de quem passou pelo menos os últimos 10 anos assistindo aos fogos na praia de Copacabana foi bem impressionante. O Ano ainda não mudou no Brasil e aqui já estou na manhã do dia 1o. Isso é muito estranho, pensar que agora toda a minha família e amigos estão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2145/2151245137_4af3a1f4e5.jpg" height="280" width="421" /></p>
<p>A quilômetros do Rio a experiência de quem passou pelo menos os últimos 10 anos assistindo aos fogos na praia de Copacabana foi bem impressionante. O Ano ainda não mudou no Brasil e aqui já estou na manhã do dia 1o. Isso é muito estranho, pensar que agora toda a minha família e amigos estão celebrando o fim de 2007 e aguardando ansiosos pela chegada de mais um ano.</p>
<p>Decidir o que fazer no Reveillon aqui em Melbourne não foi fácil, especialmente porque não conhecemos ninguém, mas isso nunca foi problema para nós, já que no ano passado passamos só nós dois por escolha nossa. Mas morávamos em Copacabana, pertinho da praia. Aqui é um pouco diferente.</p>
<p>Fomos convidados para uma festa na casa dos amigos de um amigo do Phill, e depois iriamos para uma festa fechada numa boate. Festa em casa de desconhecidos não é muito do nosso gosto e boate também não, muito menos de hip hop (estilo musical que é febre por aqui). Declinamos do convite.</p>
<p>Há uns dias, almoçando no restaurante grego aqui da esquina, encontramos um rapaz que trabalha com o Phill. Ele e a namorada sentaram-se, por coincidência, do nosso lado e eu já os conhecia, da festa da empresa do Phill. Conversando sobre Reveillon eles nos disseram que no Rio Yarra tem fogos todos os anos e que é bem animado, decidimos arriscar e ir ver os fogos.</p>
<p>Passei a tarde na cozinha fazendo feijão preto, como não tenho panela de pressão, demorou mais que o normal. Preparei o arroz, temperei o Poterhouse (aqui os cortes de carne são diferentes, então, não me pergunte que parte é essa do boi, pois não entendo nada, só sei que poterhouse é a carne que vem no prato chamado Melbourne do restaurante <a href="http://www.outback.com.br/script/OutHome.asp">Outback</a> e é muito macia) e quando deu umas 21:00 estavamos meio altos e sem a menor fome, o jantar de ano novo virou almoço do dia primeiro. Fomos tomar banho e nos arrumar para a virada do ano. As 23:10 nos levantamos pra sair, pego a champagne e os copos e o Phill olha pra mim e diz: Não podemos levar bebida alcoólica. Como não??? É proibido por lei e nessas épocas de feriado a fiscalização é mais forte e a multa é de AU$200. Decepção.</p>
<p>Sem a champagne, fomos em direção a Fed Squere que é no final da nossa rua e onde acontecem os fogos, mas tinhamos que andar uns 5 quarteirões pra chegar lá. No caminho vimos que as ruas estavam movimentadas e ao chegarmos na Fed Square, estava acontecendo um show num palco montado de uma banda que não conhecemos, mas que tinha um som bem legal. Estava cheio, mas nada impossível de se locomover. Resolvemos ir para as margens do Rio, tinha uma balsa enorme, de onde sairiam os fogos e eu estava ansiosa pra fazer minhas primeiras fotos de fogos com minha câmera nova. Mas estava bem cheio ali e acho que os australianos não sabem muito bem conviver em lugares lotados. Foi bem irritante ver um monte de gente tentando correr onde era impossível, ainda mais num calor desagradável. Ontem a noite fez 30 graus, durante o dia chegou a 42!</p>
<p><strong>10, 9, 8 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1! Happy New Year!</strong>  Eu e Phill, claro, nos desejamos Feliz Ano Novo, em português. Assim como os milhares de  japoneses, chineses, viatnamitas, coreanos e indianos, que estava ao nosso redor, falaram em suas línguas. Foi bem interessante a mistura linguística deste momento. Mas o que predominou foi o inglês mesmo.</p>
<p>10 minutos de fogos belíssimos em vários pontos ao longo do Rio, cobriram o céu do centro de Melbourne e a minha conclusão foi que, aqueles fogos deviam ser dos criadores, dos Chineses! Tudo aqui é <em>made in China</em>. Nem tudo, ok, mas muita coisas vem de lá, porque não comprar algo finalmente original, então?</p>
<p>Os fogos terminaram e voltamos pra casa junto ao mar de gente que, segundo a polícia, foram 500.000 pessoas, bem melhor que as duas milhões de Copacabana. Chegamos em casa e estouramos a champagne, a rolha  voou quarenta e um andares abaixo. Nos refrescamos, liguei para minha mãe pelo skype, a velha ficou toda emocionada, e meio ao estilo &#8220;Samara&#8221; do filme &#8220;O Chamado&#8221; a TV ligou, tudo bem, o controle estava entre o sofá e a parede, mas surrealmente aparece na tela os nomes dos atores do filme que começava: Fernanda Torres, Fernando Guimarães, Marisa Orth, Evandro Mesquita ao som de um cantor Afro-Americano cantando em inglês&#8230;alguns minutos olhando pra tv meio sem entender. PÔ, É &#8220;OS NORMAIS&#8221; legendado em inglês! (gargalhadas) Assistimos ao filme todo e fomos dormir às 3 da manhã com aquela sensação de mais um ano se foi, e fizemos o nosso trabalho direitinho.</p>
<p>Feliz Ano Novo!</p>
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